PROLID-BID avalia apoio à América Latina e Caribe Entre os dias 22 e 24 de maio aconteceu em Buenos Aires,
Argentina, o Seminário de Cunhary: O que foi este seminário? Cunhary: A formação de
mulheres líderes é um programa permanente do BID? Cunhary: O que mais lhe
impressionou na avaliação de Buenos Aires? |
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| Marcha
Mundial das Mulheres 2000: Rede Mulher marcha com as Margaridas No dia 10 de agosto, acontece nas ruas de Brasília, a Marcha das Margaridas - nome que homenageia Margarida Alves, líder rural assassinada em 12/08/83, na Paraíba -, reunindo cerca de 20 mil trabalhadoras rurais de todo o País. A manifestação integra a etapa nacional das atividades da Marcha Mundial das Mulheres 2000 contra a Pobreza e a Violência, iniciativa do Canadá que conta com a adesão de mais de 146 países. Além das inúmeras atividades que vêm sendo promovidas pela Rede Mulher - através dos Pontos Focais, sede e sócias-educadoras-, a entidade agendou, estrategicamente, para Brasília, no período da Marcha das Margaridas, uma das fases do projeto Capacitação de Lideranças Femininas Rurais, apoiado pelo BID-PROLID. Também dentro do projeto, foram produzidos dois programas de rádio, com dez minutos cada, que vão servir para divulgar a Marcha das Margaridas antes e durante o evento. A distribuição ficou a cargo da Rede Mulher e da Coordenação Nacional de Mulheres da CONTAG. A Marcha das Margaridas prioriza as seguintes reivindicações:
No mundo todo, as atividades vão até 17/10, quando será entregue à ONU, as listas com os abaixo-assinados. Atenção: envie as folhas assinadas para a Secretaria Nacional da Marcha, até 10/10 (SOF - Rua Ministro Costa e Silva, 36 - CEP 05417-São Paulo/SP). Lá também você se inteira das outras atividades programadas, além de adquirir cartilhas, jornais, cartazes, camisetas e broches: telefax: (11)870-3876, e-mail: marcha2000@sof.org.br e site: http://www.sof.org.br/marcha2000 |
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Mulheres em Movimento |
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Direitos da Mulher na estação República Com o objetivo de informar à população sobre temas relacionados aos direitos da mulher, foi organizada uma exposição na estação de metrô República, durante o mês de maio, que contou com painéis da Rede Mulher, organizados por Walkíria Ferraz, além da participação de outras entidades. A iniciativa - que atraiu milhares de transeuntes - é da Estande e Lenisa, sob coordenação de Mônica S. Coutinho e José Luiz P.Coutinho, a quem agradecemos pela brilhante idéia, contribuindo para a divulgação de nossa luta. "A repercussão foi gratificante, com inúmeros telefonemas e visitas à sede", destacou Walkíria. |
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| Alta Comissária da ONU recebe denúncias de OSCs A Rede Mulher de Educação participou, em 17 de maio, da Reunião das Organizações da Sociedade Civil com a Alta Comissionária de Direitos Humanos das Nações Unidas, Mary Robinson, promovida pelo Núcleo de Estudos da Violência (NEV/USP) e pela Comissão Teotônio Vilela de Direitos Humanos. Representantes de diversas OSCs - como a Associação de Mães dos Internos da Febem, a Casa Vida, a União de Mulheres, o Movimento dos Sem Terra, Orgulho Gay -, além da Promotoria Pública, da Ouvidoria de Polícia do Estado de São Paulo e da Procuradoria do Estado da Vara da Infância e Juventude, apresentaram à comissária o outro lado da moeda dos direitos humanos no Brasil, um quadro bem mais calamitoso do que as versões oficiais prestadas em âmbito governamental. Estiveram presentes, também, o secretário de Estado de Justiça e Defesa da Cidadania de São Paulo e o arcepispo emérito de São Paulo, Dom Paulo Evaristo Arns, a quem foi outorgado o Prêmio Severo Gomes. As denúncias apontaram para algumas das ocorrências que infringem radicalmente os direitos humanos no Brasil, entre elas, a violência praticada contra crianças e adolescentes da Febem, sem-terra e sem-teto; as diversas formas de discriminação aos negros, homossexuais e mulheres; a precariedade do sistema educacional e do trabalho, e as péssimas condições de vida de presidiários. Foi dada ênfase à falta de colaboração do poder público e à falta de cumprimento e implementação da ampla legislação já vigente. Mary Robinson recebeu, em complemento, relatórios e vídeos de OSCs de diversas áreas sociais. Ao final do encontro, ela
ressaltou sobre a importância de "receber um retrato real da realidade", ou
seja, de ouvir grupos que representam todas as áreas e que conhecem e trabalham
diretamente com essas camadas da população. "Vi raiva e dor, me falaram de
problemas profundos contra jovens e presos, da violência contra negros, mulheres e as
diferenças sexuais... Mas, apesar dos problemas, considero que vocês têm dois pontos
fortes: são parte de uma sociedade civil organizada honestamente e formando uma rede para
resolver esses problemas... e estão aprendendo a se conectar aos Direitos
Internacionais", enfatizou Mary Robinson. |
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| Estreitando o diálogo com universidades Dando continuidade à premissa de estreitar o diálogo com universidades e outros setores, visando o avanço de nossa luta, a Rede Mulher esteve presente na USP/Faculdade de Saúde Pública, representada pela sócia-educadora Maria José (Zéza) Lopes Souza, que proferiu palestra e realizou debate no Curso de Especialização sobre Participação Popular, para 28 alun@s, em 31 de maio. O funcionamento da Rede Mulher e sua dinâmica foram exemplificadas com a experiência do Ponto Focal Grupo de Mulheres da Terra (Sumaré II/MST), do qual Zéza é coordenadora. Também foi repassado material para subsídio, como textos sobre a metodologia de educação popular feminista, a experiência em rede, entre outros. |
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| Discutindo gênero, raça e classe em pré-vestibular Uma aula interativa, para 40 alun@s do Educafro-Educação e Cidadania de Afrodescentes e Carentes (pré-vestibular para mulheres e afrodescendentes), abordou a construção social e seus estereótipos, perpassando a questão de gênero, raça e classe. No final, foi discutida a importância do projeto Educafro para o exercício de uma cidadania plena. Maria José (Zéza) Lopes Souza, que ministrou a aula, enfatizou: "Enquanto sócia-educadora da Rede Mulher, senti muito prazer em contribuir com este projeto. Ficou um pedido d@s alun@s e o meu desejo de retornar, desta vez, para abordar o tema da violência de gênero." O projeto Educafro funciona em São Paulo (fone: 11 9933-1560) e no Rio (fone: 21 756-0804). |
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| Assentamento Sumaré II/MST completa 15 anos de luta
No dia 17 de maio de 1985, se deu a segunda ocupação de terras no município de Sumaré. "Hoje, passados 15 anos, vamos nos reunir mais uma vez para comemorar com toda sociedade organizada, os frutos da vitória e continuar mostrando que a Reforma Agrária dá certo." Foi com esse espírito que aconteceram diversas atividades no assentamento, entre elas, a do Grupo de Mulheres da Terra (Ponto Focal da RME), com atendimento a cerca de cem pessoas, pelos alunos do terceiro ano de Medicina/Unicamp, que contou com o apoio de uma médica. Foram realizados exames de prevenção de câncer, pressão, diabetes e vista. A celebração também contou com diversas atividades culturais e esportivas. |
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| Mortalidade Materna Por ocasião do Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher - 28 de maio - a Rede Saúde publicou o dossiê Mortalidade Materna, enfatizando que a morte materna é um dos mais sensíveis indicadores das condições de vida de uma população. O índice de mortalidade materna no Brasil se equipara ao dos países mais pobres da América Latina: 110 mortes por cem mil nascidos vivos. Para obtenção deste dossiê, contatar a Rede Saúde pelos telefones (0xx11) 813-9767 / 814-4970, fax (0xx11) 813-8578, e-mail: redesaude@uol.com.br . |
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| Bahia aprova moção contra a violência A Assembléia Legislativa da Bahia aprovou moção de solidariedade contra a violência, de autoria da deputada Alice Portugal. É destacada a situação alarmante dos índices de violência contra a mulher e solicitada a adoção de políticas públicas para prevenção e punição dos agressores. A moção nos foi encaminhada por Alvaíza Cerqueira, do MOC/Equipe de Gênero, Ponto Focal da RME. |
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| Mídia ignora Beijing+5 Pode-se dizer que foi praticamente nula a cobertura brasileira sobre este importante processo de revisão, que aconteceu em Nova Iorque, no início de junho, visando avaliar o cumprimento da Plataforma de Ação Mundial - PAM, da Quarta Conferência Mundial da Mulher (Beijing/95). Para Jacira Melo, da Rede Saúde, "Beijing+5 não esteve na mídia do mundo todo, por causa do esvaziamento político da agenda social". Ao avaliar o evento, Menchu Ajamil, consultora espanhola, enfatiza o seguinte: "Foi decisiva a participação das ONGs no sentido de barrar o processo de retrocesso. Os países islâmicos, a Polônia e a Nicarágua fizeram uma forte ponte com o Vaticano, adotando posições extremamente conservadoras". Acrescentou que "nesses cinco anos, o processo de articulação das mulheres é muito mais forte." A AMB-Articulação de Mulheres Brasileiras lançou a publicação Balanço Nacional - Políticas Públicas para as Mulheres no Brasil - 5 anos após Beijing, que pode ser solicitada pelo telefone (0xx61) 328-1664, e-mail: articulação@cefemea.org.br . |
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Tese: Tese de Doutorado na
Área de Ciências Sociais aplicadas à Educação - ano 2000 |