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Edição Nº 43 |
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Pelos resultados organizacionais, finan-ceiros, operacionais, transparência e impacto social, a Rede Mulher de Educação teve a honra e a alegria de ter sido contemplada com o disputado Prêmio Bem Eficiente 2001, que é ourtogado pela Kanitz & Associados, anual-mente, às cinqüenta entidades beneficientes e sem fins lucrativos do país. Organizadora do Prêmio, a Kanitz é altamente reconhecida pela experiência de vinte anos na avaliação das melhores empre-sas brasileiras. A iniciativa é de sete empresas brasileiras - Accor Brasil, Banco Dibens, DM9DDB, Firmenich, Intermédica Sistema de Saúde, Lojas Americanas e Natura - e visa prestar um justo reconhecimento àquelas entidades que tiveram um competente desempenho profissional em busca de uma sociedade com igualdade de direitos e justiça social. A Rede Mulher de Educação concorreu com
mais 312 entidades. Cada uma delas foi analisada segundo 42 critérios de
avaliação, pelos padrões internacionais, na área da beneficiência.
Este ano, 32 das vencedoras |
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O Prêmio é resultado do esforço conjunto das sócias-educadoras que tecem os fios de uma Rede atuante na área rural e urbana, pelo Brasil afora. |
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O Prêmio Bem Eficiente é um dos mais rigorosos da área, e seus resultados são audi-tados pela empresa de auditoria Pricewater-houseCoopers, a fim de certificar que não hou-ve favoritismo, influência política ou subjeti-vismo na escolha. A ação das entidades sociais no Brasil ainda é uma atividade incipiente e que precisa ser estimulada. Muitos empresários e doadores acabam não disponibilizando recursos por não conhe-cerem ou não confiarem na eficiência das enti-dades. No ano passado, as entidades vence-doras receberam 4 milhões de reais adicionais, graças à divulgação obtida através do Prêmio. Segundo Stephen Kanitz, "a sociedade brasi-leira está cada vez mais engajada na solução dos nossos problemas sociais. 87% das enti-dades acusam um engajamento maior da so-ciedade em 2000 com relação a 1999." As atividades desenvolvidas pela Rede Mulher de Educação podem ser acessadas pelo site www.redemulher.org.br . As 50 entidades premiadas serão retratadas como cases de sucesso em um livro, que pode ser obtido pelo fone (11)3816-5700 ou e.mail:leila@kanitz.com.br e na Rede Mulher (fone: 11 3873-2803 ou e.mail rdmulher@redemulher.org.br). |
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Atividades em São Paulo reúnem inúmeras organizações do Estado A preparação para as come-morações do dia 8 de março trou-xe um significado ainda maior do que o próprio ato em si: a diversi-dade e o grande número de organi-zações do Estado de São Paulo que se articularam com dois me-ses de antecedência, reunindo-se semanalmente. O clima de prepa-ração trouxe a certeza de se estar caminhando em direção a um ou-tro modelo de manifestação, con-dizente com os novos desafios da luta pelos direitos das mulheres. A concentração aconteceu, como de hábito, na Praça Ramos de Azevedo, as 15h. Essas mulhe-res unidas acreditam que o Brasil pode ser melhor: sem machismo, sem racismo, sem preconceitos e sem FHC, símbolo da prática neoliberal, cuja cartilha ditada pe-lo FMI e Banco Mundial vem re-primindo violentamente os movi-mentos sociais e atacando os di-reitos conquistados pelas mulhe-res à custa de muita luta. Depois de alguns discursos, palavras de ordem e uma apresentação teatral, milhares de pessoas seguiram em passeata pelo Viaduto do Chá, on-de houve uma parada para a quei-ma de um cartaz de FHC com a bandeira americana e de letras de algumas músicas funk, que vêm enaltecendo a vulgarização e ero-tização da mulher. A chuva que caía nesse momento impediu que fosse realizado o tapete humano, que havia sido previsto. Caminhando até a Praça da Sé, as pessoas participantes, com muitas faixas reivindicatórias, cantavam e demonstravam toda a força e disposição de continuar a luta por uma sociedade mais igualitária e justa. As principais reivindicações estavam direcionadas ao fim das privatizações e início da reestatização dos serviços públicos, reforma urbana, moradia, saúde, direitos trabalhistas e previdenciários, reforma agrária, legalização do aborto, igualdade no espaço público e privado, acesso (e permanência) das mulheres às novas tecnologias (informática), meios de comunicação democráticos e éticos - sem mensagens violentas, discriminatórias, consumistas e sem vulgarização do corpo feminino. Denise Gomide e Vera Vieira, educadoras da RME, participaram também do processo preparatório, dedicando-se ao comitê de imprensa. Na avaliação de ambas, apesar do empenho do comitê, houve pouca cobertura da mídia, sintoma claro da necessidade de se começar a gestar, desde já, um novo modelo de celebração. |
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O Prêmio é resultado do esforço conjunto das sócias-educadoras que tecem os fios de uma Rede atuante na área rural e urbana, pelo Brasil afora. |
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Madalena Rodrigues - sócia-educadora da RME e coordenadora do Ponto Focal Nuepom/UFMT - recebeu, em Cuiabá, Diploma de Reconhecimento pelos trabalhos realizados na defesa dos direitos das mulheres, outorgado pelo Centro de Direitos Humanos Henrique Trindade. Na foto, Madalena (dir) recebeu homenagem da RME. |
Dentre
as diversas atividades em comemoração ao Dia Internacional da Mulher,
realizadas Brasil afora pelas sócias-educadoras da Rede Mulher de
Educação, na foto, estão Maria Aparecida Segura e Maria José (Zéza)
Lopes Souza, do Ponto Focal Grupo de Mulheres da |
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Eliane Faerstein (segunda/esq), representante da Novib -agência holandesa de cooperação internacional, esteve na sede da Rede Mulher de Educação, por dois dias, para conhe-cer mais de perto nossa atuação e comunicar a aprovação do apoio ao Plano Trienal 2001-2003, que tem o Programa Geral de Educação em Gênero e Liderança, com três subpro-gramas: Formação, Educomunicação e Empoderamento Institucional. |
Nos
dias 2 e 3 de marçco, integrantes da RME realizaram um encontro para
programação das atividades do ano, implementação do fortalecimento do
trabalho em rede e |
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I Encontro Brasileiro de Mulheres Comunicadoras Comunitárias Ousar, transmitir e resistir sempre! Com este lema, o Encontro vai reunir comunicadoras de todas as regiões brasileiras e será realizado no período de 7 a 12 de maio, em Recife, com painéis como "O fazer a Informação Comunitária na Era da Informática e da Informação", a diversas oficinas temáticas (legislação, diretrizes repro-dutivas, captação de recursos, etc). As inscrições devem ser enviadas para a Secretaria do Encontro: Rede de Mulheres Comunicadoras Comu-nitárias da Paraíba, localizada à Av. José Américo, 3100, CEP: 58043-360, João Pessoa/PB, telefax: (83) 244-2110, e.mail: liberta@terra.com.br . |
I Conferência Latino-Americana de Mulheres Jornalistas
Inscrições pelo site WWW.SJPDF.ORG.BR ou pelo telefone (61) 344-1488. |
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Mulheres fotografando mulheres Mulheres Fotografando Mulheres Post Cards Gloria Rabay e Maria Elina Pessoa de Carvalho (orgs) |
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A publicação traz um álbum de cartões postais com as fotografias vencedoras do Concurso Mulheres Fotografando Mulheres, promovido pelo Centro da Mulher 8 de Março e o Núcleo Interdisciplinar de Pesquisa e Ação sobre Mulher e Relações de Sexo e Gênero/UFPB, com o apoio do Conselho Britânico. Concorreram 76 fotografias, de 21 fotógrafas profissionais e amadoras de todo o Brasil. Na foto ao lado está
nossa querida Raimunda Gomes da Silva, líder O belíssimo álbum de cartões postais com todas as fotos vencedoras está sendo vendido a R$5. Parte da renda será destinada à manutenção da Casa Abrigo Violeta Formiga para mulheres sob risco de vida, vítimas da violência doméstica. Para aquisição, basta contatar o Centro da Mulher 8 de Março, pelo telefone (83) 241-6828. |
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Dicionário Mulheres do Brasil Schuma Schumaher e Érico Vital Brasil (orgs) |
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Resultado de um intenso e minucioso trabalho de pesquisa, a publicação resgata 500 anos de luta e conquista de direitos, com cerca de 500 verbetes e mais de 270 ilustrações, indo de Abigail Andrade a Zuzu Angel - passando por Bertha Lutz, Clarice Lispector, Escrava Anastácia, Princesa Leopoldina e inúmeras mulheres mantidas no anonimato, mas que tiveram um papel fundamental no avanço de nossa luta. O compromisso é com a tentativa de recuperar a trajetória das brasileiras que, como muitas outras mundo afora, ainda estão escondidas atrás dos panos. É fruto do Projeto Mulher - 500 anos atrás dos panos, da Redeh (Rede de Desenvolvimento Humano), uma parceria desta ONG com a Arte Sem Fronteira e cujo ponto de partida foi o apoio da Fundação Ford. A publicação pode ser adquirida na Redeh (fone: 21 262-1704, e.mail: redeh@redeh.org.br) ou nas livrarias. |
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O
CD está sendo vendido pela ONG CAATINGA (Ouricuri/PE), a quem, parte da
renda será doada pela Banda Schock, para aplicação em projetos de
auxílio às famílias do semi-árido brasileiro. Hermes Monteiro, que
trabalha no |
Numa
parceira entre Redeh e Cemina, com o apoio do Ministério |
Produzido
pelas Católicas pelo Direito de Decidir, o CD contém programas sobre
conhecimento do corpo, prazer, sexo como uma dimensão positiva, não
aceitação da violência, necessidade da prevenção de doenças
sexualmente transmissíveis, etc. Um outro CD, lançado conjuntamente e
intitulado Use Camisinha sem Culpa,
fala sobre a necessidade do uso do preservativo. |
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