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| Se liga, Brasil ! ! ! | |
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É contagiante observar a lição de cidadania
e democracia que está sendo veiculada pelos meios de comunicação, quero
dizer, pela Rede Globo, num ano de tantas motivações. A campanha ‘Se liga,
Brasil!’ incentiva você a gastar R$ 0,27 + impostos para escolher se quem
deve permanecer na casa do Big Brother Brasil é o Thyrso ou o Fernando. A
campanha ‘Se liga, Brasil!’ incentiva você a gastar R$ 0,27 + impostos
para escolher se a seleção Brasileira está psicologicamente preparada para
enfrentar o próximo adversário ou não. A campanha ‘Se liga, Brasi!’
incentiva você a gastar R$ 0,27 + impostos para escolher se.... Por que será que a campanha ‘Se liga, Brasil!’ não incentiva você a gastar R$ 0,27 + impostos para escolher:
Faça estas perguntas a todos que você conhece e comece a mudar a
história do país, assim os seus netos poderão, no futuro, responder que Você que transmite tantas correntes de amizade, orações, sonhos e anjos, então, por favor, não pare esta corrente, que mais é um ato de indignação e conscientização do que propriamente uma corrente! Jane Maria Vilas Boas e-mail: jane@senado.gov.br |
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| Violência no BBB | |
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Resolvi me comunicar com vocês para relatar fato que me indignou muito e para tentar uma medida representativa contra a Rede Globo de Televisão. Como deve ser do conhecimento de todos, a Globo realiza um reality show chamado Big Brother Brasil, que vai ao ar diariamente por volta das 23h. No dia 26/5 ,domingo passado, uma participante chamada Tina resolveu provocar a todos os outros participantes (os motivos não importam), e recusou-se a realizar uma prova onde o prêmio seria a alimentação do grupo para a semana.Os participantes ficaram muito bravos com tal atitude, e mais ainda com as provocações verbais de Tina. Em dado momento, o participante chamado Jefferson partiu para cima dela numa atitude de agressão (coisa que ele disse que nunca faria). A questão é que, o apresentador Pedro Bial (que exerce a função de mediador) ao comentar com todos o ocorrido, disse, textualmente, ao vivo, que se "o Jefferson viesse a agredi-la, a mais prejudicada seria a própria Tina, pois ele estaria agindo em legítima defesa, diante das provocações verbais dela". Como pode um jornalista de credibilidade como Pedro Bial defender tamanha violência? Em tempos como o que estamos vivendo, tentando fazer campanhas a favor da paz e de maior tolerância, como pode um jornalista usar deste sórdido argumento de intimidação? Em qual dicionário jurídico ele aprendeu que isto é legítima defesa? Quer dizer que a agressão física pode ser justificada mediante a provocação verbal? Será que este jornalista desconhece o número enorme de mulheres que sofrem violência? Pedro Bial não somente desrespeitou a participante Tina, mas também a todas as mulheres do Brasil. e isto tem que dito. Há alguma forma de apresentar um manifesto de repúdio à emissora e ao apresentador? Márcia de Paula e Silva marcia.depaula@terra.com.br N.E.: Leitoras/es do Cunhary também podem se manifestar, enviando e-mail para a Rede Globo: criticas@globo.com |
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Participe do III Concurso de Empreendimentos Exitosos liderados por Mulheres |
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O prazo para entrega das fichas e da documentação se encerra, impreterivelmente, em 30/07/2002. A REPEM – Rede de Educação Popular entre Mulheres da América Latina e o Caribe e a Rede Mulher de Educação - sob coordenação de Beatriz Cannabrava - convocam e organizam, para o Brasil, o III Concurso de Empreendimentos Exitosos Liderados por Mulheres, com o objetivo de aprofundar o conhecimento da diversidade e as razões do êxito desse tipo de empreendimento. Dos concursos anteriores participaram 280 empreendimentos de 9 países latino-americanos. As premiadas brasileiras dos concursos anteriores foram: no I Concurso, a Cooperativa Cooparoca, do Rio de Janeiro, e a Associação das Mulheres do Bico do Papagaio – ASMUBIP, do Tocantins; e do II Concurso, a Cooperativa Abayomi, do Rio de Janeiro A ficha de inscrição pode ser obtida acessando o site da Rede Mulher de Educação: www.redemulher.org.br , e também solicitada pelo telefone: (11) 3873-2803, fax: (11) 3862-7050 ou e-mail: rdmulher@ redemulher.org.br . Toda documentação e as fichas devem ser enviadas para a sede da Rede Mulher de Educação: Rua Coriolano, 28 - São Paulo/SP – CEP: 05047-000, impreterivelmente, até o dia 30 de julho de 2002. REQUISITOS
PREMIAÇÃO
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| Mudando o Mundo com as Mulheres no Poder | |
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Com o título ‘Mudando o Mundo com as Mulheres no Poder’, aconteceu, em Macapá, o curso de capacitação de lideranças femininas na política sob a ótica de gênero, no dias 30/05 e 01/06, promovido pela AGEMP (Agência de Promoção da Cidadania do Governo do Amapá) e executado pela Rede Mulher de Educação, através das educadoras, Maria José (Zéza) Lopes Souza e Valéria Barreto. Voltado para lideranças que desenvolvem políticas de
intervenção social em nível regional e nacional, o curso objetivou o
incentivo e a promoção da participação das mulheres que estão inseridas
nas diversas esferas do poder, O curso, destinado a vinte lideranças, teve a participação
de mulheres que ocupam cargos estratégicos para a inserção do tema no
Estado, tais como a Assembléia Legislativa, com a presença da deputada
estadual Janete Capiberibe, a Secretaria de Educação, a Secretaria do
Trabalho e Ação Comunitária, a Secretaria de Planejamento, o Programa de
Assentamento - TERRAP, e a primeira dama, Lucenira Pimentel, representando
os anseios da plataforma de governo da atual gestão municipal.
Participaram, também, representações das mulheres em organizações civis,
tais como Maria Joaquina Lino, presidente da FEMEA (Federação de Mulheres
do Estado do Amapá), da Associação Folclórica, da Associação de Artesãos/ãs,
do Programa Família Cidadã, da REPARTA (Rede Estadual das Parteiras) e a
diretoria da Fortaleza São José , que promove toda uma redescoberta do
processo histórico/cultural do Amapá. Houve a participação de
filiadas-representantes do PSB, Secretaria da Mulher, Comitê Central,
suplência e algumas candidatas concorrendo ao cargo de deputada e senadora
nas próximas eleições. |
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O objetivo principal do curso foi o de contribuir na formação de lideranças populares, para que atuem como agentes multiplicadoras, através de ferramentas da metodologia de educação popular feminista, fortalecendo a auto-estima e o processo de organização na perspectiva de gênero. O conteúdo ministrado foi dividido em três blocos: 1) Gênero - identidade e auto-estima (compreender como historicamente fomos aprendendo a ser homem/mulher e que fatores têm comprometido a auto-estima e promovido o conflito entre os sexos); 2) Violência e relações de poder (o que é violência e como se dão as relações de poder, considerando a condição de classe , sexo e raça, do ponto de vista sociológico e psicológico, tendo em vista contribuir para a construção de novas relações sociais, pautadas na justiça e na igualdade); 3) Ética, cidadania e a importância do trabalho em rede (que valores são norteadores do processo de trans-formação social, na comunidade, e como atuar em forma de rede). "O processo de mudança depende do trabalho de parceria entre homens e mulheres, para a construção de novas relações de gênero, baseadas na justiça social". Foi com este lema que o grupo encerrou a série de três encontros, com muita alegria e entusiasmo para atuar como agentes multiplicadoras. |
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Meri Lao esteve recentemente na sede da Rede
Mulher de Educação, para um bate-papo muito descontraído e interessante
sobre seu premiado livro Il libro delle Sirene, Basta!, que traz um
estudo profundo sobre as sereias, permitindo um entendimento sobre essa
simbologia no inconsciente coletivo. Foi um diálogo que enriqueceu a visão
sobre o poder de influência dos símbolos na perpetuação dos estereótipos
de gênero.
Fundou e coordena em Roma a Academia Científica do Tango e do Bolero. Ganhou, no ano passado, o prêmio literário La Cultura del Mare, pelo último livro sobre as sereias e também o Prêmio Tenco, pelo trabalho realizado em prol da canção latino-americana na Europa. |
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Consulado da Mulher: uma experiência de afirmação da cidadania feminina |
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"Investir na capacitação de mulheres e na sua valorização como cidadãs, a partir de seus talentos e habilidades, contribuindo para o seu protagonismo social, por meio de atividades de geração de trabalho e renda, artes e inclusão digital, na perspectiva de ver crescer sua auto-estima e participação na construção de uma sociedade mais fraterna, solidária e sustentável". São estes os principais objetivos do Consulado da Mulher, sob coordenação de Inês Menegueli, um Programa de Responsabilidade Social da Multibrás, fabricante das marcas Consul e Brastemp, lançado em 18/03, inicialmente em Rio Claro, onde se localiza uma de suas fábricas. O Programa conta com a assessoria da Imagens e teve a participação da Rede Mulher de Educação no processo de formação de voluntárias/os, que trabalham na empresa, com o curso intitulado Geração de Trabalho e Renda com enfoque de Gênero, durante um mês, com uma carga-horária de 40 horas, sob responsabilidade da educadora Hilda Fadiga, que enfatiza: "o objetivo principal é que os/as voluntárias desempenhem o papel de facilitadores/as do processo de formação de grupos de mulheres, visando implantar e gerir projetos de geração de trabalho e renda com sustentabilidade, além de fazer uma leitura crítica e criativa da condição do ser, identificando fatores que podem facilitar e/ou dificultar o sucesso de um empreendimento gerador de trabalho e renda." A experiência estará centrada em dois bairros de Rio Claro: Assistência, que reúne um grupo de mulheres artesãs, e Araucária, que reúne um grupo de mulheres em torno de um brechó, como primeiro passo para formarem uma cooperativa de costura. A importância de se investir em projetos com mulheres é muito clara para a coordenadora do Programa, Inês Menegueli, que enfatiza: "no início, pensamos em trabalhar com crianças, mas depois de muito refletir chegamos à conclusão que, ao trabalharmos com a mulher, estaríamos de uma forma muito mais efetiva contribuindo para o bem-estar das crianças, pois são as mulheres as principais responsáveis pela manutenção e reprodução da vida, pela educação das gerações futuras e pelo cuidado com as gerações passadas." |
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Publicações: |
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Direitos Sexuais: um debate necessário
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A Face Oculta de Eva as mulheres do mundo árabe
Pedidos de exemplares podem ser feitos na Global Editora, e-mail: global@globaleditora.com.br , fax: (11)3277-8141, fone: (11)3277-7999. |
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O
laboratório de Pandora estudos sobre a ciência no feminino
Para solicitação de exemplares, contatar a Editora Garamond Ltda, pelo e-mail: garamond@garamond.com.br , telefax: (21) 2224-9088. |
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Tese: |
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Autora: Edvaneide Barbosa da Silva (*) O presente trabalho trata das experiências educativas desenvolvidas pelos assentados do sudoeste paulista, organizadas pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Entre as mais diversas formas de educação encontradas no assentamento em Itapeva, destacamos a educação escolar de jovens e adultos. De um modo geral, a luta pela escolarização dos assentados pode ser caracterizada como parte constitutiva do processo de reconstrução da vida no assentamento.
No Estado de São Paulo, o Pronera contou com a parceria do MST/SP, Unesp/Marília e Incra/SP. A efetivação do Programa no assentamento em Itapeva foi marcada por momentos conflitivos entre os parceiros, bem como suscitaram questões referentes à própria prática pedagógica dos educadores do MST. (...) A pesquisa empírica mostrou que a complexidade do assunto não nos possibilita apresentar afirmações categóricas sobre o tema em pauta. (...) Ao longo da dissertação, no entanto, pontuamos alguns questionamentos a respeito das práticas educativas dos assentados em Itapeva, bem como problematizamos algumas concepções da proposta de educação do MST. Neste sentido, destacamos aqui uma proposta que vem sendo gestada a partir da Conferência Nacional por uma Educação Básica do Campo, a qual ocorreu em julho de 1998. Nos últimos anos, após o evento citado, o MST vem apresentando uma proposta de educação acoplada ao projeto popular para o Brasil, de acordo com as formulações da Consulta Popular. (...) No que diz respeito à proposta exclusivamente rural para a educação do camponês, também pontuamos algumas críticas, pois o desenvolvimento do capitalismo no Brasil vem impulsionando uma unidade contraditória entre cidade e campo. (...) Assim, compreendemos que a luta pela reforma agrária depende de uma articulação entre o campo e a cidade. Desse modo, uma proposta de educação exclusivamente no campo não contemplaria a complexidade da vida camponesa em reconstrução no assentamento em Itapeva (...). (*) Edvaneide Barbosa da Silva é professora de História da Rede Municipal de SP. Atualmente, trabalha no NAE 1 com formação de educadores/as. e.mail: edvaneide@cti.com.br |
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